Proposta Pedagógica

Educação Infantil

A Educação Infantil é o início do processo educacional formal; a primeira saída da criança para além dos vínculos afetivos familiares em direção à experiência da socialização estruturada.

Partindo da vivência e dos universos sociais da criança, a escola tem como missão estimular, ampliar e consolidar seu desenvolvimento, conhecimentos e habilidades. A aproximação entre escola e família, para compartilhar responsabilidades e realidades culturais diversas, é um ponto essencial para o sucesso desse trabalho.

Nesse sentido, as práticas pedagógicas, na perspectiva mencionada, devem se estruturar a partir da interação da criança enquanto brinca a fim de garantir seu desenvolvimento integral. Observando os dois movimentos, interações e brincadeiras, é possível identificar como a criança se expressa, lida com frustrações, resolve conflitos e controla emoções, tornando o desenvolvimento cognitivo indissociável do socioemocional.

Os objetos de aprendizagem e desenvolvimento para a Educação Infantil na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estão organizados em cinco campos de experiência:

O eu, o outro e o nós;

Escuta, fala, pensamento e imaginação;

Corpo, gestos e movimentos;

Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.

Traços, sons, cores e formas;

A BNCC define ainda seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento para a Educação Infantil:

Conviver

Explorar

Brincar

Expressar

Participar

Reconhecer-se

Esses direitos apontam para a formação de uma criança protagonista, que se sente provocada por desafios e quer resolvê-los. Essa concepção de criança […] impõe a necessidade de imprimir intencionalidade educativa às práticas pedagógicas na Educação Infantil.

Ensino Fundamental Anos Iniciais (EFAI)

1º e 2º ano:

O 1º ano do Ensino Fundamental – Anos Iniciais é caracterizado como período de transição na estrutura educacional. Durante a Educação Infantil, as práticas pedagógicas estão centradas nos eixos interações e brincadeira; a partir do Ensino Fundamental, elas são reorganizadas e implementadas na lógica de ensino por componentes curriculares.

O objetivo durante essa etapa é garantir que o processo de alfabetização, em articulação com práticas de letramento diversificadas (letramento matemático, pictográfico, multimodal e digital), se amplie progressivamente e se consolide até o final do 2º ano.

Assim, é importante que professores de Educação Infantil e do Ensino Fundamental Anos Iniciais dialoguem e troquem informações com o intuito de estabelecer estratégias de acolhimento e adaptação da criança no ciclo que se inicia. Acima de tudo, novas práticas e conteúdos devem ser ensinados a partir do conhecimento prévio dos alunos, de seus interesses e expectativas, de modo que a transição ocorra não como rompimento, mas como um passo em seu percurso educativo.

3º e 4º anos:

Nos 3º e 4º anos, a sistematização dos conteúdos se aprofunda. As ações pedagógicas devem ser elaboradas levando-se em conta os Anos Iniciais como uma época de grande transformação no desenvolvimento da criança. Maior autonomia intelectual, compreensão das normas e interesse pela vida social a tornam mais apta a se expressar, interagir, participar e se movimentar no mundo que a cerca (relações interpessoais, com a natureza, com a história, com as tecnologias e com o ambiente).

5º ano:

O 5º ano, por fim, estabelece a transição dos Anos Iniciais para os Anos Finais do Ensino Fundamental, e exige também propostas pedagógicas que promovam mais uma vez a continuidade entre as fases. É um período que tem como objetivo retomar e sedimentar os conhecimentos já adquiridos, manter uma rotina escolar, avançar na construção dos conhecimentos e no desenvolvimento das habilidades e, gradativamente, aumentar a autonomia e protagonismos dos estudantes na construção de seus conhecimentos.

Ensino Fundamental Anos Finais (EFAF)

A transição dos anos iniciais para os anos finais do Ensino Fundamental é um momento delicado, caracterizado por mudanças pedagógicas na estrutura educacional, especialmente a mudança do modelo de professor generalista para o de professores especialistas de diferentes componentes curriculares.

Há também um aumento na complexidade dos conhecimentos (habilidades e competências) em relação aos anos iniciais do Ensino Fundamental. Assim, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe que o primeiro passo na introdução dos estudantes nessa nova etapa seja assegurar que a passagem se realize de forma cuidadosa e harmônica, buscando evitar rupturas no processo de aprendizagem. Buscamos assim fortalecer a autonomia dos alunos, oferecendo-lhes condições e ferramentas para acessar e interagir criticamente com diferentes conhecimentos e fontes de informação.

Inseridos em uma faixa etária que corresponde à transição entre infância e adolescência, marcada por intensas transformações biológicas, psicológicas, sociais e emocionais, os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental ampliam, nessa etapa, os vínculos sociais e os laços afetivos, as possibilidades intelectuais e a capacidade de raciocínios mais abstratos, além de se tornarem mais capazes de ver e avaliar os fatos pelo ponto de vista do outro.

O papel da escola nessa fase

A escola deve compreender esses estudantes como sujeitos em desenvolvimento, com singularidades e formações identitárias e culturais próprias. É indispensável considerar, ainda, sua inserção na cultura digital, não apenas como consumidores, mas como protagonistas e produtores de conteúdo, envolvidos diretamente em novas formas de interação multimidiática e multimodal e de atuação social em rede, as quais apresentam forte apelo emocional e induzem ao imediatismo e à efemeridade, privilegiando análises superficiais e o uso de imagens e formas de expressão mais sintéticos.

Nesse cenário, escolas e educadores não devem se furtar ao compromisso de estimular a reflexão, a análise aprofundada e o desenvolvimento de uma atitude crítica, ao mesmo tempo em que precisam ser capazes de compreender e incorporar as novas linguagens ao ambiente escolar.

Por fim, é papel da escola contribuir para o delineamento do projeto de vida dos estudantes, ao estabelecer uma articulação não somente com os anseios desses jovens em relação ao futuro, como também com a continuidade dos estudos no Ensino Médio.

Planejamento curricular

A Plataforma Educacional do SAS (Sistema Ari de Sá) oferece uma coleção didática alinhada com a BNCC, com um planejamento curricular anual que garante a aquisição das competências de cada ano escolar, por meio da abordagem de temas significativos, da proposição de atividades reflexivas, do trabalho colaborativo e do desenvolvimento de competências socioemocionais.

Ensino Médio

A última etapa da Educação Básica, o Ensino Médio, tem como objetivo que a progressão de todas as aprendizagens desenvolvidas até então garantam aos estudantes um conjunto de competências específicas e habilidades que contribuam para a formação integral do ser humano, visando a construção crítica e fundamentada de seus projetos de vida dentro dos princípios da ética, justiça e cidadania.

Planejamento curricular

A Plataforma Educacional do SAS (Sistema Ari de Sá) oferece uma coleção didática alinhada com a BNCC, com um planejamento curricular anual que garante a aquisição das competências de cada ano escolar, por meio da abordagem de temas significativos, da proposição de atividades reflexivas, do trabalho colaborativo e do desenvolvimento de competências socioemocionais. Todo o currículo é pensado de forma a preparar, também, para as provas de concursos, vestibulares e ENEM.

Sabemos que as transformações de nossa sociedade, entre elas o desenvolvimento tecnológico e digital, influenciam as juventudes e a forma como aprendem. Esse público jovem quer e deve ter papel ativo na construção de suas aprendizagens, como sujeitos ainda em desenvolvimento, mas com identidades, história e aspirações próprias.

Nosso Ensino Médio desvenda aos estudantes uma leitura consciente da realidade atual, promove a capacidade de enfrentar os desafios atuais (econômicos, sociais e ambientais) e de fazer escolhas baseadas na ciência e na ética, além de incentivar o ingresso no mundo acadêmico e mercado de trabalho com uma formação de excelência.